segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Ausente
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Engate

sábado, 10 de novembro de 2007
Bolsas: Galp e LV

terça-feira, 6 de novembro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Transportes Públicos
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Pobreza (de Espírito) A Quanto Obrigas
domingo, 21 de outubro de 2007
e 1-2- 3 e 5- 6-7...

Os pés fazem a marcação:
Experimento um cross, uma volta simples, uma volta dupla... Pelo meio faço uma sentada, um penteado, uma flecha...
y uno-dos-tres-y-cinco-seis-siete-y...
Faço uma onda, desenho oitos, mostro o sapato... Mais um cross com volta, umas sequências de passos antigos, um toca-toca...
1-2-3-e-5-6-7...
1... 2... 3... e... 5... 6... 7...
Ainda me envolvo na dança...
Ainda me deixo ir com a música...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Não É Assim Que Se Diz!

Saí do autocarro, ainda desnorteada com o que se passou. E enquanto caminhava até casa recordei-me de uma situação passada (era eu uma pré-adolescente) em que a empregada lá de casa corrige o modo de falar da filha e acaba por se enterrar.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Antecipação
Grande parte de nós tem a tendência para se antecipar a tudo o que o outro faz, diz, pensa e sente.
Porque acha que o conhece muito bem e, por isso, as acções e reacções dele são previsíveis; Porque transfere para o outro a própria forma de agir, pensar, sentir e falar como única possibilidade; Porque muitas vezes não tem paciência para aguardar que ele formule a ideia e desta forma vai completando o discurso; Ou ainda, porque pura e simplesmente quer conduzi-lo para determinado ponto de vista.
Embora grande parte das vezes não haja 'maldade' (tentativa de ser boazinha) neste acto, acaba-se por não ouvir o que o outro diz (já que se está a pensar no que vai dizer ou fazer a seguir) e deixa-se de usar a escuta activa.
No final, em vez de solucionarmos os obstáculos, contornamo-los. O que é a mesma coisa que nada fazer, já que os mesmos não deixam de existir.
Ouvir, sentir e observar o outro, sem pressas, possibilita um maior conhecimento do mesmo e mostra outros caminhos e áreas que podem ser explorados. Já que não entramos no campo dos 'achismos' e 'supônhamos' e desta forma não fazemos filmes, não deixamos que os macaquinhos tomem conta do sotão e obscureçam a visão e a razão e não castramos imaginações.
É a imprevisibilidade que nos torna únicos.
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Assim Estou

Ando sem tempo para nada. A minha vida anda uma roda viva: casa-trabalho_1, trabalho_1-trabalho_2, trabalho_2-casa. Monótona até mais não.
quarta-feira, 10 de outubro de 2007
Coitado do Gato (Será?)
Um zoófilo, um sádico, um assassino, um necrófilo, um piromaníaco e um masoquista estão sentados num banco de jardim, dentro de um sanatório, sem saber como ocupar o tempo.
O zoófilo - E aí, vamos transar com um gato?
O sádico responde - Vamos transar com um gato e depois torturá-lo!
O assassino completa - Vamos transar com um gato, torturá-lo e depois matá-lo!
O necrófilo fala - Vamos transar com um gato, torturá-lo, matá-lo e depois transamos com ele outra vez !
O piromaníaco acrescenta - Vamos transar com um gato, torturá-lo, matá-lo, transar com ele outra vez e atear-lhe fogo!
Segue-se um silêncio...
Todos olham para o masoquista e perguntam:
- E aí?
Então o masoquista diz - Miiiiiaaaauuu!
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
Dúvida Existencial
terça-feira, 11 de setembro de 2007
Amigos...


domingo, 9 de setembro de 2007
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Não Estou...
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Cineminha?

segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Desafio*

2º - abrir na página 161 - já que estava na página 159 a tirar uma dúvida de escrita, não custava nada mudar de folha;
3º - procurar a 5ª frase completa - esta parte foi mais complicada já que tive que contar até cinco;
4º - transcreve-la para o meu blog - não podia ser só lê-la?!?
5º - não se pode escolher o livro. Tem de ser mesmo do que estiver mais perto e a 5ª frase da página 161 - acho que dá para ver pelo ponto 1º que não me dei a este trabalho;
6º - passar o desafio a 5 pessoas - bom esta parte já não faço, pois a minha religião (seja ela qual for) não me permite.
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Chamada do Além
Compreender isso... Ou chegar a isto...
Não acredito, nem nunca acreditei na vida depois da morte. Não acredito na possibilidade de comunicação entre aqueles que ainda estão neste mundo e os que já partiram para outra. Por isso, aceito muito mais depressa que me digam que um morto me possa vir puxar os pés durante noite, do que me vá ligar para o telemóvel. Mas não é que esta última hipótese aconteceu mesmo*.
Ontem recebi uma chamada do Além.
11h da manhã o telemóvel toca.
Número não identificado... Quem será?
- Sim?
11h11 TRIIIIIMM... TRIIIIIIMM... TRIII... pego no telemóvel já meio passada.
- Siiiiim?????????
- Sim. Quem fala?
-HUUM... Espera aí! O único C que conheci morreu há 5 anos num acidente de carro.
12h43 PIRIRU... Recebida 1 Mensagem:
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Horas Depois...
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Strange People

sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Mulher Desesperada... A Precisar de Ajuda*
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
terça-feira, 7 de agosto de 2007
Vamos a Banhos?
De facto o dia de ontem estava para quase tudo menos para banhos de sol e longos mergulhos. Em relação aos mergulhos sou um pouco difícil de agradar (só num paraíso tropical deixo de me queixar da água fria... passo a queixar-me da água quente), quanto aos banhos de sol... bem, se calhar é melhor nem falar.
Continuando...
Como não dava para estar na vida dura das Sopas e Descanso, eu e mais outra simpática demos corda aos sapatos e deixámo-nos ir ao sabor do vento e da nossa conversa. Claro está que, como grandes tagarelas que somos, sem dar conta já tinhamos passado e muito a Fonte da Telha.
Ela - Nada mal. É a primeira vez que consigo convencer alguém a vir comigo a pé até tão longe.
Eu - Pois, nada mal.
Trocámos um sorriso e continuámos o nosso caminho, a acalmar o espírito e a inspirar as boas vibrações do mar.
Ela - Vamos voltar?
Eu - Sim vamos.
E aqui começou o nosso martírio. O vento de frente, trazia muita areia que fustigava as nossas pernas e dificultava o nosso percurso.
A muito custo lá conseguimos chegar a bom porto, com muita risada pelo meio, muito 'Ai ai, que não aguento mais', muito 'Uiiiiiiiii! A água está gelada', muito 'Já não sinto os músculos das pernas' e muito 'Raios partam o São Pedro'.
Não desistimos, resistimos até ao fim e as nossas mais de 3 horas de esforço tiveram as suas recompensas.
- Desanuviámos a cabeça e o corpo do stress, neuras e preocupações acumulados;
- Conversámos, rimos muito, ouvimos o mar e deixámos o esforço físico invadir os nossos poros;
- Apreciámos as belas manobras do Kitesurf. Por acaso vimos alguns mesmo bons (mas faltou a máquina).
Quando for grande quero um homem que aprenda a dominar a minha rebeldia, aprecie o meu mau feitio e aprenda a lidar com as minhas manias com a perícia, a segurança, a força e a paixão com que os kitesurfers resistem ao vento e voam em liberdade sempre tendo o mar como guia. Essa é que é essa (momento lamecho-romântico, esperem lá que já volto ao meu registo);
- Reposémos energias e calorias (sem dúvida uma das melhores partes).
Refrescámo-nos com um divinal sumo de morango, saboreámos uma deliciosa refeição e lambuzámo-nos no bolo de chocolate que desapareceu em três tempos;
Um final de tarde que se fez curto, pois o sol era passado e o vento ainda estava longe de acalmar, mas que a temperatura no interior do carro ainda conseguiu prolongar.
Praia + Vento Forte + Caminhada + Conversa Animada+
+ Kitesurf + Energias e Calorias Repostas = Dia Bem Passado
O Que É Que Vim Mesmo Aqui Fazer?!?!?
...
...
...
Já está. Tenho dito.
quinta-feira, 2 de agosto de 2007
Procura Vã
Saudades

Perdi a capacidade de me deixar levar pelo sentimento, pela doce melodia que as palavras de amor trazem à vida. Não me deixo aquecer com um toque terno e carinhoso e não me consigo perder num abraço profundo, cheio de sentimento, desejo e saudade.
Tenho saudades de me perder e de me encontrar, de sentir e de explorar o desejo e o prazer num toque, num beijo e num abraço dado ou recebido. Não me lembro como isso de faz. Não me lembro quando tive vontade de agir assim, sem pensar se estou no momento certo.
Perdi a espontaneadade de demonstrar o que sinto, quando, onde e como me apetece. Sinto que a minha mente controla constantemente a minha emoção e não me deixa seguir livremente os meus sentimentos.
Tornei-me fria e calculista. Limitei ao máximo a possibilidade de correr riscos. Aceito o que me dão sem contestar, mesmo que não seja o que procuro. Entrego-me a uma noite de sexo e prazer imediato em busca de outro sentimento mais forte, mas o que encontro no fim é um vazio cada vez maior que me enche o peito.
Já não sinto o meu corpo ligado aos meus sentimentos, não lhe dou o valor devido, porque perdi qualquer interesse nele. Perdi a vontade de o ver seduzir, vezes sem conta, outro corpo. Perdi a vontade de o sentir e ver estremecer de prazer e de fome de prazer por outro corpo.
Prefiro dar o que os outros querem, do que dar aquilo que tenho para dar. E é muito, porque sei que não perdi a capacidade de amar. Não perdi a capacidade de dar e sentir amor e de dar e sentir prazer. Perdi sim, a capacidade de acreditar que o posso dar e receber nas mesmas condições, de acordo com aquilo que quero e sinto.
Tenho saudades de acreditar na possibilidade de viver momentos de verdadeira paixão com um homem, sem ser somente na entrega dos nossos corpos. Mas sim, numa conversa, no silêncio da cumplicidade e da intimidade, num passeio, num abraço ou numa qualquer manifestação de carinho. Numa troca de olhares, num sorriso, num toque de mãos, num cheiro, num embalo de uma música, numa dança, num bater sincronizado dos corações e num respirar compassado envoltos em serenidade.
Amizade, amor respeito, cumplicidade, desejo, intimidade, vontade e avontade num silêncio e numa conversa franca em que expomos os nossos sentimentos sem receios, nem barreiras, sem limites nem fronteiras para o sofrimento, a dor e o tormento, que um possível fim possa causar.
Tirar lições, guardar desilusões, sem perder a capacidade de dar sem nada pedir e receber sem nada exigir. Sorrir quando apetece chorar. Ficar quando apetece fugir. Enfrentar, lutar, esquecer sem nada apagar. Mas não deixar de querer dar e receber amor.
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
Fecha-se Um Ciclo (Parte 2)

equipa essência