Quem nunca pensou nuns truques de magia para de quando em vez ultrapassar obstáculos diários.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Descoberta
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Que Irritação!!!

CLARO QUE HÁ!
ESTA EMPRESA NÃO TEM MAIS COLABORADORES?
domingo, 13 de janeiro de 2008
Is It a Bird? Is It a Plain? No, Is Superman!!
domingo, 6 de janeiro de 2008
Rewind: 2007
24/Dezembro:
10h - Acordar atrasadíssima.
11h - Sair a correr de casa sem tempo para nada mais do que banho.
12h30 - Chegar ao trabalho a horas mas sem comer.
13h - trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar
18h30 - Pausa, fumar, pausa, fumar
18h50 - trabalhar, trabalhar, trabalhar, já não dizer coisa com coisa, trabalhar
20h - Tchau, tchau coleguinhas. Bom natal e para quem fica bom trabalho. Até amanhã!
21h - Casa da tia, família reunida, beijinhos para uns, abracinhos para outros, conversas cruzadas, conversas paralelas, as poses para as fotos, os flashes uns a seguir aos outros, a máquina de filmar
21h30 - A Ceia: Tenho o meu pai à esquerda e o meu sobrinho D.G. à direita.
21h35 - Bebida da noite espumante rosé. Eu, a irmã L. e as primas D., C. e Z. fazemos um brinde. D.G. olha para nós e ri, com o copo vazio na mão a dizer que também brindar. O bacalhau vem para mesa. Está toda a gente a comer menos o D.G.
Tento convencê-lo a comer bacalhau, mas ele nada:
Eu - Devias comer um bocadinho do bacalhau, está muito bom.
D.G. - Não tia, bacalhau não. Tia, tia é natal. Tchim-Tchim?
Eu - Se comeres um bocadinho de bacalhau a tia faz Tchim-Tchim.
D.G. - Primeiro Tchim-Tchim depois bacalhau
Eu - Ok. Vamos lá ao Tchim-Tchim
D.G. - Tchim-Tchim
Eu - Agora o bacalhau
D.G. - Eu tiro, só um bocadinho
Eu - Vá come mais um bocadinho, isso mesmo.
21h50
D.G. - Tia tchim-tchim!
21h55
D.G. - Tia tchim-tchim!
22h
D.G. - Tia tchim-tchim!
22h05, 22h10, 22h15, 22h20, 22h25, 22h30
D.G -Tia tchim-tchim!
22h35
D.G - Tia...
Eu - Tchim-tchim?
D.G. - Nã, agora não. Tou a comer o cão com asas*. Só quero mais salada
22H37 - Baixo o braço, poiso o copo na mesa e pego na garrafa, ambos estão vazios
22h40 - Noto que ainda não acabei o primeiro prato e estou com uma tosga bem grande à pala de um puto de três anos.
25/Dezembro:
10h - Acordar com a cabeça feita num oito, a boca a saber a papel e entrar em pânico por mais uma vez estar atrasadíssima para o trabalho
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* Vulgo Perú
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
Ausente
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Engate
Já passam das oito horas da noite, a temperatura está um pouco baixa, o cansaço acumulado de mais um dia de trabalho (daqueles que desejamos ao nosso melhor inimigo) permite-me esperar com resignação, mais do que com paciência, pela hora de partida do autocarro. Vou-me distraindo com a música que me invade os ouvidos, com um cigarro que teimo ver queimar e um telefonema de alguém que não interessa nem ao menino Jesus.sábado, 10 de novembro de 2007
Bolsas: Galp e LV
Ontem, à conversa com uma colega no trabalho depois de termos sido informadas que as acções da Galp valorizaram 24,7% e apresentaram uma rendibilidade a 1 ano de 150%: terça-feira, 6 de novembro de 2007
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Transportes Públicos
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Pobreza (de Espírito) A Quanto Obrigas
domingo, 21 de outubro de 2007
e 1-2- 3 e 5- 6-7...
Este fim-de-semana voltei a tirar a caixa dos sapatos de dança do armário.Os pés fazem a marcação:
Experimento um cross, uma volta simples, uma volta dupla... Pelo meio faço uma sentada, um penteado, uma flecha...
y uno-dos-tres-y-cinco-seis-siete-y...
Faço uma onda, desenho oitos, mostro o sapato... Mais um cross com volta, umas sequências de passos antigos, um toca-toca...
1-2-3-e-5-6-7...
1... 2... 3... e... 5... 6... 7...
Ainda me envolvo na dança...
Ainda me deixo ir com a música...
terça-feira, 16 de outubro de 2007
Não É Assim Que Se Diz!
Ontem quando estava a regressar a casa, depois de mais um dia de trabalho, entro no autocarro e passado algumas paragens entram, em amena cavaqueira, mãe e filha.Saí do autocarro, ainda desnorteada com o que se passou. E enquanto caminhava até casa recordei-me de uma situação passada (era eu uma pré-adolescente) em que a empregada lá de casa corrige o modo de falar da filha e acaba por se enterrar.
sexta-feira, 12 de outubro de 2007
Antecipação
Grande parte de nós tem a tendência para se antecipar a tudo o que o outro faz, diz, pensa e sente.
Porque acha que o conhece muito bem e, por isso, as acções e reacções dele são previsíveis; Porque transfere para o outro a própria forma de agir, pensar, sentir e falar como única possibilidade; Porque muitas vezes não tem paciência para aguardar que ele formule a ideia e desta forma vai completando o discurso; Ou ainda, porque pura e simplesmente quer conduzi-lo para determinado ponto de vista.
Embora grande parte das vezes não haja 'maldade' (tentativa de ser boazinha) neste acto, acaba-se por não ouvir o que o outro diz (já que se está a pensar no que vai dizer ou fazer a seguir) e deixa-se de usar a escuta activa.
No final, em vez de solucionarmos os obstáculos, contornamo-los. O que é a mesma coisa que nada fazer, já que os mesmos não deixam de existir.
Ouvir, sentir e observar o outro, sem pressas, possibilita um maior conhecimento do mesmo e mostra outros caminhos e áreas que podem ser explorados. Já que não entramos no campo dos 'achismos' e 'supônhamos' e desta forma não fazemos filmes, não deixamos que os macaquinhos tomem conta do sotão e obscureçam a visão e a razão e não castramos imaginações.
É a imprevisibilidade que nos torna únicos.












